Wine Trader na Imprensa - Wine Trader
Venda seu vinho Wine Trader Como Vender
Infelizmente seu carrinho ainda está vazio

Wine Trader quer ser \'Mercado Livre\' de vinhos exclusivos

20/08/2021
Por Matheus Doliveira
Publicado em: 19/08/2021 às 05h54

Faz tempo que ativos de luxo, como carros e relógios, são considerados por investidores na hora de compor um portfólio. Para quem procura vinhos raros, por investimento ou por prazer, o marketplace Wine Trader acaba de surgir como opção. Fundado no início do ano pelos administradores mineiros Paulo de Oliveira e Anderson Lellis e pelo empresário do setor automobilístico Breno Arruda, o site pode ser considerado uma espécie de Mercado Livre de rótulos mais exclusivos.

Além da paixão pela bebida, o que inspirou o trio foi a percepção de que no Brasil não havia uma plataforma que unificasse vinhos excepcionais buscados pelos colecionadores e compradores mais experientes.

“O grande negócio da Wine Trader é fazer a curadoria dos vinhos mais finos, caros e difíceis de serem encontrados em uma única plataforma”, explica Oliveira. “Nos Estados Unidos e na Europa já existem marketplaces que unem produtores, distribuidores e compradores, mas no Brasil isso era muito pulverizado.”

Atualmente, mais de 500 rótulos premium que podem chegar a até 100.000 reais compõem o portfólio da Wine Trader. Até o final deste ano, a meta é expandir a carta para 3.000.

Entre as raridades é possível encontrar seis garrafas de safras diferentes do Domaine de La Romanée-Conti, o vinho francês número 1 de Borgonha, com preços que vão de 15.000 a 85.000 reais. Há também vinhos centenários: o mais antigo disponível no site é o vinho do porto Dona Antônia Ferreira, datado de 1858 e à venda por 6.900 reais.

Para garantir a autenticidade e o aparente bom estado de conservação dos vinhos, as garrafas são inspecionadas antes de chegar às mãos dos compradores. O tíquete médio é até modesto, de 600 reais, e o vendedor é quem define o preço de cada transação. O market­place fica com uma porcentagem do valor das transações.

O perfil dos clientes é misto: vai desde importadores profissionais que usam a plataforma para vender até pessoas que herdaram adegas e não sabem o que fazer com os vinhos. Há também, claro, os que compram as garrafas pensando em guardá-las para lucrar no médio prazo.

“A maioria dos clientes que anunciam os vinhos que têm na adega quer fazer dinheiro rápido achando um bom comprador. Por outro lado, muitos dos que estão comprando guardam as garrafas como um investimento e esperam alguns anos até que elas valorizem”, afirma Oliveira.

A plataforma ideal para comprar e vender vinhos raros

09/08/2021
(Suzana Barelli, especial para o E-Investidor) – Os marketplace de vinhos estão mudando a realidade do mercado, digamos, secundário de garrafas raras de champanhes, brancos e, principalmente tintos antigos. Este é um segmento que sempre existiu no mundo de Baco, mas que funcionava mais no boca-a-boca, muitas vezes intermediado por sommeliers dos grandes restaurantes, pela falta de canais de venda para estes rótulos.

São pessoas físicas que querem comprar ou vender garrafas raras, de safras antigas, pelas mais diversas razões e que até agora tinham dificuldade em encontrar compradores.

A mais conhecida é a herança de adegas, algumas com boas relíquias, mas que o herdeiro não aprecia tanto o vinho como o seu antigo proprietário. Há também aqueles que se empolgam, compram uma caixa do mesmo vinho e, quando abrem a primeira garrafa, não gostam tanto assim da bebida. E têm aqueles que, por pressões financeiras, precisam transformar este patrimônio em dinheiro.

Ao conectar compradores e vendedores de forma on-line, estes e-commerce encurtam o caminho entre as adegas, já que os leilões, uma das maneiras de vender estes vinhos, raramente acontecem por aqui.

“Tem uma procura grande por estes rótulos, uma demanda reprimida”, afirma o especialista Paulo César Alkimim de Oliveira. Amante de vinhos, Oliveira se associou a Anderson Lellis e Breno Arruda, também conhecedores dos bons brancos e tintos, e juntos lançaram a plataforma Winetrader, inspirada em sites estrangeiros que já atuam neste segmento.

A plataforma funciona como um marketplace de vinhos, assim como um Mercado Livre ou uma Adega Pão de Açúcar – é possível achar rótulos a partir de R$ 99, no caso o Uggiano Prestige Vermentino di Toscana 2018.

Mas o destaque da plataforma são os vinhos raros. “São garrafas que já chegam ao site praticamente vendidas”, conta Alkimim. E lá estão exemplares como o Château Petrus 2002, por R$ 27,9 mil; o Grands Échéxeaux, da Domaine de La Romanée Conti 1997, por R$ 15 mil; ou uma vertical com as safras de 2009 2011 e 2013 do italiano Biondi-Santi, por R$ 12,8 mil, entre outros rótulos cobiçados.

O diferencial é a curadoria que os sócios fazem destas garrafas. Antes de colocar cada produto no site, eles analisam o estado da garrafa e pesquisam sobre a sua origem. Levantam a sua história, de quanto tempo a garrafa está na adega do vendedor, de onde veio, enfim, coletam a maior quantidade de informações possíveis sobre cada vinho. É uma maneira de evitar ao máximo problemas com a qualidade da bebida ou a sua falsificação, mas os sócios deixam claro que não é 100% garantido.

Em uma transação, conta Alkimim, o rótulo rasgou no seu transporte. Ele ligou imediatamente para o comprador, explicando o acontecido. O cliente confiou e manteve a compra. “Era um cliente que queria beber o vinho, e não colecioná-lo, assim um rótulo rasgado não era o maior problema”, explica. Normalmente, o comprador tem sete dias para devolver a garrafa, caso não se sinta seguro depois de recebê-la em sua casa.

Manoel Beato, principal sommelier do grupo Fasano, conta que o maior cuidado nestes vinhos está no nível de líquido. Este é o principal sinal de como a garrafa foi armazenada. “É esperada uma pequena evaporação ao longo dos anos. Assim, um vinho da década de 1980 pode estar com o líquido na altura do “ombro” da garrafa (onde começa o gargalo)”, explica ele. Rótulos perfeitos também indicam o cuidado com a guarda, mas Beato diz que já foram muitos os vinhos perfeitos que provou e que tinham rótulos avariados.

Cliente da Winetrader, um executivo da área financeira que prefere o anonimato já comprou mais de uma dezena de vinhos por este e-commerce para montar a sua nova adega, com capacidade para 1 mil garrafas. Entre as aquisições está um Château Margaux 1982, que pagou R$ 12 mil; e um Château Haut-brion 2007, por R$ 7,5 mil. “São vinhos difíceis de encontrar e o site faz uma boa pesquisa sobre a procedência da garrafa”, afirma.

Outro cliente, que também pede o anonimato, chegou ao site para se desfazer de algumas garrafas de vinhos de Bordeaux, como o Château Palmer 1998, que ele vendeu por R$ 3,5 mil. “Eram vinhos que eu não queria mais, de estilos que deixei de apreciar”, conta ele, que mora em Belo Horizonte (MG). Seu foco agora são os italianos, que ele também está procurando e comprando no e-commerce.

O preço do vinho é definido pelo vendedor, e a Winetrader fica com uma porcentagem, não revelada, deste valor. Alkimim também dá conselhos nesta precificação. Ele lembra de uma pessoa que herdou seis garrafas do Château Margaux 1982, um grand cru de Bordeaux, de uma safra excepcional. Ele queria vender cada garrafa por R$ 18 mil. “Indicamos que o preço estava acima do mercado, mas colocamos no site por este valor”, diz ele. No final, o vendedor abaixou o preço e cada garrafa foi comercializada por R$ 12 mil.

Atualmente, há mais de 50 vendedores pessoa física cadastrados no site. No início do ano, eram 10 e a meta é chegar a mais de 150 até o final do ano. Um dos mais novos vendedores é um cliente de Curitiba (PR), que herdou uma adega com raridades como o Château Latour 1998 e diversas garrafas do Château Petrus do início dos anos 2000. Aos interessados, em breve elas estarão a venda.

Romanée-conti no Marketplace

09/07/2021
Romanée-conti no Marketplace
Celso Masson


ISTOÉ Dinheiro - Estilo - 08/07/2021

O mercado de vinhos de alta gama ganhou um novo player para ajudar donos de coleções e rótulos raros a identificar compradores por meio de uma plataforma digital. É a Wine Trader (www.winetrader.com.br), inspirada em marketplaces americanos como o Vinfolio.

Entre os 500 rótulos à disposição há vinhos do mítico Domaine de La Romanée-Conti com preços entre R$ 15 mil (Echezeaux 1997) e R$ 85 mil (Romanée-Conti 1997).

(Nota publicada na edição 1230 da Revista Dinheiro)

Fonte:

Colecionadores de vinhos no Brasil ganham opção de e-commerce

21/05/2021
A Winetrader, empresa brasileira de e-commerce, anunciou o lançamento de um marketplace de vinhos específico para colecionadores.

Inspirado em modelo que tem muita aceitação nos Estados Unidos, os colecionadores poderão comprar e vender rótulos distintos e premium. Para assegurar essa exclusividade, todas as garrafas vendidas na plataforma precisam passar por uma vistoria para provar a autenticidade.

O marketplace é voltado para os apreciadores de alto poder aquisitivo, no entanto, há vinhos disponíveis por valores a partir de R$ 100. O rótumo mais caro do Winetrader custa R$ 30.000.

Até o momento, o site da Winetrader contabiliza 500 vinhos raros disponíveis, mas a expectativa é de que, até o final do ano, o catálogo passe a ofertar mais de 3.000 rótulos.

E-commerce de vinhos raros para colecionadores estreia no Brasil

18/05/2021
Não é só a safra, a posição geográfica ou o tempo de fermentação que define o preço de um vinho. Alguns rótulos são tão exclusivos que até mesmo os maiores amantes da bebida têm dificuldade para encontrar. Pensando nesse cenário, o e-commerce brasileiro Winetrader está lançando aqui no Brasil um modelo que já é conhecido lá fora: marketplaces onde colecionadores podem vender e comprar as garrafas mais distintas.

Inspirada em bandeiras americanas, a Winetrader nasce com o objetivo de ser a primeira plataforma brasileira consolidada em unir compradores e vendedores de vinhos premium e raros. O marketplace foi fundado pelos colecionadores Paulo de Oliveira, Anderson Lellis e Breno Arruda. Todos os rótulos comercializados no e-commerce passam pelo crivo do trio e dos curadores da marca, a fim de garantir as garrafas mais seletas. 

Embora o marketplace seja voltado para apreciadores mais experientes e de alto poder aquisitivo, a garrafa mais barata disponível na Winetrader custa apenas 100 reais. A mais cara, 30.000 reais. “A Winetrader é uma vitrine estratégica para distribuidores e importadores colocarem seus rótulos. Enxergamos uma oportunidade no mercado de compra e venda de vinhos raros e notamos que os vendedores e compradores de vinhos não encontravam uma opção voltada especificamente para este segmento e acabavam usando plataformas generalistas como o Mercado Livre”, comenta o sócio Paulo de Oliveira.

A estreia da Winetrader se dá em um momento muito positivo para o setor de vinhos no Brasil. Segundo a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o consumo da bebida cresceu 18,4% entre os brasileiros em 2020: passou de 360 milhões de litros para 430 milhões de litros comercializados. A alta foi a maior entre os países associados a OIV, ainda que o mercado de vinho nacional represente só 2% do volume mundial. "Desde o início da pandemia, grandes empresas tiveram de acelerar seu processo de transformação digital. Isso alavancou nosso crescimento logo nos primeiros meses, pois o mercado estava extremamente aquecido. Esperávamos um começo mais tranquilo, mas foi exatamente o contrário”, afirma Oliveira. 

Vinho como investimento 
Não é à toa que o nome escolhido para o marketplace brasileiro de vinhos seletos seja Winetrader. Segundo os sócios da marca, além dos apreciadores e colecionadores da bebida, outro público visado são os investidores de vinhos, que adquirem rótulos raros como se fossem ações de médio prazo.

Com garrafas raríssimas que podem chegar a milhares de dólares, como é o caso do Romanée-Conti 1.945, vendido por 558.000 dólares em 2018, investir em vinhos finos pode trazer rentabilidade média anual de 13%. Além disso, a desvalorização desse tipo de ativo é mais difícil de ocorrer, já que quanto mais velho o vinho, mais apreciado ele é.

No caso da Winetrader, a ideia é também atrair colecionadores que possuem rótulos raros como investimento. Para garantir que as garrafas que entram no e-commerce são verdadeiras, os vinhos disponibilizados na plataforma passam por vistoria. “Usamos fotos detalhadas dos vinhos para avaliação do estado da garrafa. Nosso critério de avaliação consiste em conferir que a garrafa entregue seja a mesma que foi anunciada. Em alguns casos, podemos visitar o cliente para conhecer os vinhos e auxiliar na venda”, explica o sócio Anderson Lellis Vieira. 

Atualmente, cerca de 500 rótulos raros estão disponíveis no site da Winetrader. Até o final do ano, a expectativa é ofertar mais de 3.000 rótulos finos.